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26 de abril de 2011
25 de agosto de 2009
HAPPY BIRTHDAY,CONNERY. SEAN CONNERY

Em 25 de agosto de 1930, Edimburgo na Escócia.
O felizardo contracenou com Ursula Andress, a bond girl maravilhosa, em O Satânico Dr. No (1962). O primeiro de uma série de filmes em que vivia o personagem James Bond (Foi o 007 durante dez anos).
De lá pra cá, inúmeros filmes, como Os Intocáveis, O Nome da Rosa, O Homem que Queria Ser Rei, Robin e Marian, Indiana Jones, sem esquecer o sensacional A Rocha. Anda afastado do cinema, para tristeza de todos que querem ver o Sir nas telas. Dedica-se a escrever um livro de memórias.
Sugestão: O livro deveria vir acompanhado de um CD, pois sua voz é a mais marcante do cinema.
Beba na quartinha mais do aniversariante.
5 de agosto de 2009
BLADE RUNNER - O MELHOR FILME

O filme Blade Runner foi escolhido a melhor de ficção científica de todos os tempos pelo site Total Sci-Fi Online.
O site, especializado no gênero, publicou na última segunda-feira (3) uma lista com as 100 melhores produções do gênero em todos os tempos.
Lançado em 1982, o filme é uma adaptação do livro Do Androids Dream Of Electric Sheep?, de Philip K. Dick.
A lista com os dez primeiros colocados:
1 – Blade Runner (1982)
2 – 2001: Uma Odisséia no Espaço (1968)
3 – Star Wars (1977)
4 – Alien (1979)
5 – Metropolis (1927)
6 – O Dia em que a Terra Parou (1961)
7 – O Exterminador do Futuro (1984)
8 – Planeta dos Macacos (1968)
9 – E.T. (1982)
10 – Solaris (1972)
Quer saber mais, vai na quartinha.
O site, especializado no gênero, publicou na última segunda-feira (3) uma lista com as 100 melhores produções do gênero em todos os tempos.
Lançado em 1982, o filme é uma adaptação do livro Do Androids Dream Of Electric Sheep?, de Philip K. Dick.
A lista com os dez primeiros colocados:
1 – Blade Runner (1982)
2 – 2001: Uma Odisséia no Espaço (1968)
3 – Star Wars (1977)
4 – Alien (1979)
5 – Metropolis (1927)
6 – O Dia em que a Terra Parou (1961)
7 – O Exterminador do Futuro (1984)
8 – Planeta dos Macacos (1968)
9 – E.T. (1982)
10 – Solaris (1972)
Quer saber mais, vai na quartinha.
3 de agosto de 2009
APAGAR AS VELAS

Martin Sheen é o nome artístico de Ramón Gerardo Antonio Estévez, (Dayton, 3 de agosto de 1940)
Para mim, seu trabalho de referência é Apocalypse Now. Filmaço de Coppola, baseado no livro ‘No Coração das Trevas’ de Joseph Conrad. Maravilhosa a sequencia inicial, ao som de “The End”, tocada por “The Doors”.
Para mim, seu trabalho de referência é Apocalypse Now. Filmaço de Coppola, baseado no livro ‘No Coração das Trevas’ de Joseph Conrad. Maravilhosa a sequencia inicial, ao som de “The End”, tocada por “The Doors”.
"This is the end
My only friend
The end..."
4 de junho de 2009
A MORTE DO GAFANHOTO
Lá pelo início da década de 70, meu amigo Murilinho, récem chegado dos Esteites, falou-nos de uma série de televisão que estava bombando na matriz. Kung Fu, com David Carradine. Tão logo foi exibida aqui na Brazuca, virou mania nacional. Semanalmente, a gente sentava diante da TV para ver as aventuras de Kwai Chang Caine, um monge shaolin fugitivo da China, por ter morto o sobrinho do imperador, em vingança pela morte do seu mestre Po. O sino-americano se embrenha no oeste americano em busca de seu meio-irmão enquanto foge dos caçadores de recompensa que querem capturá-lo e enviá-lo à China, onde seria executado.A série, era uma festa de sábios conselhos -muito melhores que os enviados hoje via internet, pois o china (apelidado de gafanhoto pelo mestre) era um cara do bem. Só que difilcilmentele escapava de uma confusão. Invariavelmente encontrava pessoas que de uma forma ou de outra tentavam prejudicá-lo. Aí, era outra festa: de sopapos. Era golpe de kung fu para tudo que é lado, até não sobrar nenhum inimigo. Claro, que todos desmaiados, pois o shaolin não matava uma mosca. Certa feita, ele travou uma luta com um negro fugido do Brasil, onde aprendeu capoeira. Acho que foi a luta inesquecível da série. Acabaram ficando amigos e se jutaram em luta contra os "bandidos". Coitados. Se contra um monge shaolin não tinha como vencer, imagine esse monge acompanhado de um mestre de capoeira. E tome pernada e sopapo.
A série fez tanto sucesso no Brasil, que virou até marchinha de carnaval, em 1975:
Marcha do Kung Fu
(Brasinha)
Kung, Kung, Kung, Kung Fu
Chinês valente,
Homem prá xuxu.
Kung, kung, kung, kung fu
Quando ele briga
Pula mais que um canguru.
A sua filosofia
É fazer o bem a quem puder
O kung só está errado
Porque não é ligado em mulher.
Na matriz também virou letra de música: Kung Fu Fighting, de Carl Douglas.
Com o fim da série, Keith trabalhou em filmes sem obter o mesmo sucesso, tendo renascido em Kill Bill, de Kentin Tarantino, onde faz o papel título, um chefe de um grupo de super-bandidos especialistas em , adivinhe, artes marciais. Antológica a cena que Bill e Beatrix Kiddo (Uma Thurman), ex-amada e atual inimiga mortal, conversam polidamente antes de entrarem em confronto mortal.
Não vou inventar aqui motivos e suposições sobre sua morte violenta. Só lamentar a morte do ator que me presenteou com tantas belas imagens. Tchau, gafanhoto.
31 de março de 2009
CHORA, PALHAÇO

Todos os palhaços do Brasil devem estar chorando a morte de Ankito. Nome artístico de Anchizes Pinto, considerado um dos cinco maiores nomes das chanchadas, esses maravilhosos filmes da década de 50.
De família circense, era filho do palhaço Faísca e sobrinho do famoso palhaço Piolim. Aos sete anos, Ankito estreou no palco de um circo como o palhaço Espoleta.
Atuou em shows no Cassino da Urca, como acrobata, ingressou no teatro, onde contracenou com Grande Otelo no show Bahia Mortal, participou do filme É fogo na roupa. Fez shows pelo Brasil com uma companhia de vedetes, em clubes e cinemas. Hoje, seria considerado um ator multimídea.
Com frequência, o ator era comparado a Oscarito, com quem nunca chegou a trabalhar. Ankito fez parceria com Grande Otelo em muitos filmes. Uma “dupla do barulho”, como se dizia naquela época.
Protagonizou 56 filmes, entre eles Três recutas, Marujo por acaso, Um candango na Belacap, Rei do movimento, O feijão é nosso, O grande pintor, Angu de caroço, O boca de ouro, Sai dessa recruta e Metido a bacana (reparou nos títulos sensacionais?)Fora da chanchada, participou dos filmes As cariocas, O Escorpião Escarlate e Beijo 2348/72.
Na televisão, fez parte do elenco da TV Tupi, da Record, da Bandeirantes e da Globo. N V~enus Platinada, além das participações nos humorísticos, fez parte do elenco de seis telenovelas. Participou da primeira versão do Sítio do Pica-pau Amarelo, onde fez os personagens Soldadinho de chumbo e o Curupira.
Ankito também trabalhou na séries Carga pesada, Amazônia - De Galvez a Chico Mendes, Sob nova direção e Engraçadinha, seus amores e seus pecados.
Atualmente era o personagem, Usinhor, do programa Zorra Total.
De família circense, era filho do palhaço Faísca e sobrinho do famoso palhaço Piolim. Aos sete anos, Ankito estreou no palco de um circo como o palhaço Espoleta.
Atuou em shows no Cassino da Urca, como acrobata, ingressou no teatro, onde contracenou com Grande Otelo no show Bahia Mortal, participou do filme É fogo na roupa. Fez shows pelo Brasil com uma companhia de vedetes, em clubes e cinemas. Hoje, seria considerado um ator multimídea.
Com frequência, o ator era comparado a Oscarito, com quem nunca chegou a trabalhar. Ankito fez parceria com Grande Otelo em muitos filmes. Uma “dupla do barulho”, como se dizia naquela época.
Protagonizou 56 filmes, entre eles Três recutas, Marujo por acaso, Um candango na Belacap, Rei do movimento, O feijão é nosso, O grande pintor, Angu de caroço, O boca de ouro, Sai dessa recruta e Metido a bacana (reparou nos títulos sensacionais?)Fora da chanchada, participou dos filmes As cariocas, O Escorpião Escarlate e Beijo 2348/72.
Na televisão, fez parte do elenco da TV Tupi, da Record, da Bandeirantes e da Globo. N V~enus Platinada, além das participações nos humorísticos, fez parte do elenco de seis telenovelas. Participou da primeira versão do Sítio do Pica-pau Amarelo, onde fez os personagens Soldadinho de chumbo e o Curupira.
Ankito também trabalhou na séries Carga pesada, Amazônia - De Galvez a Chico Mendes, Sob nova direção e Engraçadinha, seus amores e seus pecados.
Atualmente era o personagem, Usinhor, do programa Zorra Total.
Ankito deixou a gente sem motivo para rir, aos 85 anos, 78 depois que Espoleta surgiu. Chorem palhaços, e hoje ao subir mo picadeiro, façam-nos rir mais do que o costume, pois precisamos de vocês.
25 de março de 2009
FORTES EMOÇÕES
Paulo, um homem que viveu fortes emoções. Quem assistiu ao filme Eu te Amo (1981), de Arnaldo Jabor, se lembra do personagem vivido por Paulo César Pereio. O industrial falido, no início do filme, leva um chute na bunda de Bárbara, sua mulher, interpretada por ninguém mais ninguém menos que Vera Fischer.
Cena Um: o despachado, numa sala repleta de televisores com imagens de Bárbara, caído aos pés da Deusa, recebe como prêmio de consolação a calcinha que ela estava usando para sair de sua vida. Tamanha malvadeza!! Como se diz na Alencária, ela deixou o cabra todo quengado!
Ao mesmo tempo, Maria (Sônia Braga) é abandonada por Ulisses (Tarcisio Meira), que resolveu emboilar. E nisso, os destinos de Paulo e Maria se cruzam. Paulo leva Maria para casa e, a partir daí, temos diante dos olhos um festival de amores malucos, sexo e muita sacanagem a dois. Maria é um vulcão. Um Deus nos acuda. A paixão substituindo a dor. Prá que melhor? Tudo filmado em um enorme apartamento, com direito a vistas maravilhosas do Rio de Janeiro e toda tecnologia da época.
Cena 2: O casal tomando café da manhã. Começam brincadeiras de amantes. Sônia Braga nos brinda com o desfile mais sensual do cinema, de calcinha branca e salto saboreando bananas e uvas. Fetiche é isso. O resto é decoração. A estória se desenrola, com muito sexo, culpa e medo, como convém à maioria dos casais brasileiros, até o final feliz, tipo musical americano.
Emoções fortes: levar um pé na bunda de Vera Fischer e logo depois se enrabichar por Sônia Braga. Agora, emoção forte, viveu mesmo quem pôde ver tudo isso na tela grande.
Cena Um: o despachado, numa sala repleta de televisores com imagens de Bárbara, caído aos pés da Deusa, recebe como prêmio de consolação a calcinha que ela estava usando para sair de sua vida. Tamanha malvadeza!! Como se diz na Alencária, ela deixou o cabra todo quengado!
Ao mesmo tempo, Maria (Sônia Braga) é abandonada por Ulisses (Tarcisio Meira), que resolveu emboilar. E nisso, os destinos de Paulo e Maria se cruzam. Paulo leva Maria para casa e, a partir daí, temos diante dos olhos um festival de amores malucos, sexo e muita sacanagem a dois. Maria é um vulcão. Um Deus nos acuda. A paixão substituindo a dor. Prá que melhor? Tudo filmado em um enorme apartamento, com direito a vistas maravilhosas do Rio de Janeiro e toda tecnologia da época.
Cena 2: O casal tomando café da manhã. Começam brincadeiras de amantes. Sônia Braga nos brinda com o desfile mais sensual do cinema, de calcinha branca e salto saboreando bananas e uvas. Fetiche é isso. O resto é decoração. A estória se desenrola, com muito sexo, culpa e medo, como convém à maioria dos casais brasileiros, até o final feliz, tipo musical americano.
Emoções fortes: levar um pé na bunda de Vera Fischer e logo depois se enrabichar por Sônia Braga. Agora, emoção forte, viveu mesmo quem pôde ver tudo isso na tela grande.
11 de março de 2009
UM BELO FILME

Quando penso em filme tipo “Sessão da Tarde”, aqueles que saudamos seu final com um leve sorriso, me vem a imagem, ou as imagens, de Cantando na Chuva (1952).
Após receber um Oscar especial por "versatilidade como ator, cantor, diretor, e dançarino, e especialmente por sua brilhante contribuição à arte da coreografia no cinema", devida à sua participação em Sinfonia de Paris (1951), que logrou seis estatuetas do Oscar de 1952, o ator e coreógrafo Gene Kelly co-dirigiu este filme sem grandes pretensões, com o então diretor estreante Stanley Donen.
O enredo é simples, apenas uma leve sátira aos primeiros tempos do cinema. Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) são dois dos astros mais famosos da época do cinema mudo em Hollywood. Com a chegada do cinema falado, Don e Lina precisam superar as dificuldades do novo método de se fazer cinema, para conseguir manter a fama conquistada. A solução é fazer um musical, que é só um mote para os vários quadros de dança, que tornam esse filme um manjar para os olhos.
Personagens que marcam ainda o filme. A docinha Kathy Selden (Debbie Reynolds, então com dezoito aninhos), por quem Dom se apaixona. O brincalhão Cosmo Brown (Donald O’Connor), compositor e amigo de Don. A participação mais que especial da desnorteadora Cyd Charise. Os duos entre Gene e Cyd, ainda hoje mechem com meu coração. Imagino como foi na época. Depois daquelas pernas, a Sharom Stone teve que ir à delegacia sem calcinhas, no horrível Instinto Selvagem.
A sequência de Lina, que não sabia cantar, dublando a novata Kathy, é ótima. Para você, caro leitor, não espalhar por aí, que não falei de uma das mais clássicas do cinema, Gene cantando na chuva, após beijar Kathy: É para assistir de joelhos. Tudo isso sob a chancela do mega-produtor de musicais, Arthur Fred, responsável pela autoria de todas as músicas do filme.
Então, DVD ligado, pipoca com seu refrigerante preferido, pernas sobre o puff e um sorriso nos olhos.
Então, DVD ligado, pipoca com seu refrigerante preferido, pernas sobre o puff e um sorriso nos olhos.
12 de fevereiro de 2009
A MAIS BELA DA HISTÓRIA
Audrey Hepburn foi escolhida a atriz mais bonita da história do cinema de Hollywood, segundo uma pesquisa publicada no Reino Unido. Foram definitivos para a escolha, de acordo com os entrevistados, "seu corpo e seus olhos amendoados". Sua beleza, considerada atemporal era uma “beleza cinematográfica, espetacular em movimento, e não só nas fotografias". O segundo lugar ficou com Angelina Jolie, e o terceiro ficou com Grace Kelly, musa de Alfred Hitchcock. O mais maravilhoso dos pódios.A atriz nasceu Audrey Kathleen Ruston em Bruxelas, em 4 de maio de 1929 e morreu em Tolochenaz, no dia 20 de janeiro de 1993. Foi atriz, modelo e humanista, radicada entre Inglaterra e Holanda.
Quando da ocupação alemã, durante a 2ª Guerra Mundial, participou do esforço anti-nazista, período em que sofreu de má nutrição e depressão. Após a libertação da Holanda, Audrey foi estudar balé em Londres e, mais tarde, iniciou uma promissora carreira como modelo, até ser descoberta por um produtor, quando teve uma pequena participação no filme holandês "Nederlands in Zeven Lessen". Com uma cinebiografia imensa, abandonou temporariamente a carreira no cinema, em 1967, após o nascimento dos filhos, para voltar em Robin e Marian, em 1976, onde fez uma Lady Marian já na meia idade ao lado de Sean Conery no papel de Hobin Hood. Mais um filme essencial. Atuou até 1989, quando fez o papel de uma adorável receptora do além, no filme meia-boca Além da Eternidade, de Steven Spielberg. O filme vale pela cena em que ela corta os cabelos do récem-desencarnado personagem de Richard Dreyfus. Só mesmo Audrey para amenizar a certeza da morte.
Ao final de sua vida, nomeada embaixadora da UNICEF, trabalhou incansavelmente como voluntária para causas infantis. Hepburn falava francês, italiano, inglês, holandês e espanhol. No filme Bonequinha de Luxo, ela é mostrada tentando aprender português, e reclama do grande número de verbos irregulares. Ela diz: "A very complicated language, four thousand of irregular verbs", depois disso, tenta dizer "Eu acho que você está gostando do açougueiro". Tente imaginar a beleza da cena. Melhor, corra a uma locadora e alugue o filme, mas, assista com um babador.
Voltando à votação supra citada: atrás de Grace Kelly, os dois mil cinéfilos consultados escolheram a sensualidade de Marilyn Monroe e a elegância de Sophia Loren. As atrizes que completam a lista de rostos mais belos do cinema são Catherine Zeta-Jones, Elizabeth Taylor, Keira Knightley, Halle Berry, Brigitte Bardot, Julia Roberts, Vivien Leigh, Nicole Kidman, Cameron Diaz, Doris Day, Scarlett Johansson, Charlize Theron, Jennifer Aniston, Michelle Pfeiffer e Liv Tyler. A todas, minha humilde homenagem.
5 de fevereiro de 2009
UM BELO SENHOR

Em 05 de fevereiro de 1921, portanto há exatos 88 anos, aconteceu a primeira apresentação de “O Garoto”, longametragem de Charles Chaplin (Londres, 16 de abril de 1889 – Corsier-sur-Vervey, 25 de dezembro de 1977).
Um filme básico e obrigatório para todo amante do cinema, conta a história de uma mãe solteira que abandona o filho, por não poder mantê-lo, e por ironias do destino a criança acaba encontrada por um vidraceiro fuleragem, como se diz aqui na Loira desposada do Sol. Daí para frente são risos e lágrimas e sua vida nunca mais será a mesma.
Inicialmente imaginado para ser um curta, acabou consumindo um ano de gravações e tem sua versão final com 88 minutos. Entre as várias cenas antológicas, duas particularmente mudaram a forma de se fazer cinema: o sonho do vagabundo, onde todas as pessoas são anjos e quando o os agentes do serviço social tentam tomar-lhe o garoto. Não dá para assistir sem ficar com um nó na garganta. Historiadores de cinema vêem referências autobiográficas no filme. Chaplin teve uma infância paupérrima. Posteriormente, em 1920,seu filho com Mildred Harris, morreu três dias após o nascimento. Acredito mesmo, que não se faz uma obra tão forte e tão universal, se não se coloca o coração nela. E o coração dele estava todinho ali. Nem tento imaginar o que Chaplin sentia e pensava nas horas em que ficava somente na companhia de seu travesseiro, durante o tempo que durou a filmagem.
Bem, caros amigos-leitores, não ficarei aqui, tentando inventar algo de inédito a escrever sobre esse ícone do século XX. Só me resta dizer, feliz aniversário, The Kid e obrigado por existir.
Mais miolo
Um filme básico e obrigatório para todo amante do cinema, conta a história de uma mãe solteira que abandona o filho, por não poder mantê-lo, e por ironias do destino a criança acaba encontrada por um vidraceiro fuleragem, como se diz aqui na Loira desposada do Sol. Daí para frente são risos e lágrimas e sua vida nunca mais será a mesma.
Inicialmente imaginado para ser um curta, acabou consumindo um ano de gravações e tem sua versão final com 88 minutos. Entre as várias cenas antológicas, duas particularmente mudaram a forma de se fazer cinema: o sonho do vagabundo, onde todas as pessoas são anjos e quando o os agentes do serviço social tentam tomar-lhe o garoto. Não dá para assistir sem ficar com um nó na garganta. Historiadores de cinema vêem referências autobiográficas no filme. Chaplin teve uma infância paupérrima. Posteriormente, em 1920,seu filho com Mildred Harris, morreu três dias após o nascimento. Acredito mesmo, que não se faz uma obra tão forte e tão universal, se não se coloca o coração nela. E o coração dele estava todinho ali. Nem tento imaginar o que Chaplin sentia e pensava nas horas em que ficava somente na companhia de seu travesseiro, durante o tempo que durou a filmagem.
Bem, caros amigos-leitores, não ficarei aqui, tentando inventar algo de inédito a escrever sobre esse ícone do século XX. Só me resta dizer, feliz aniversário, The Kid e obrigado por existir.
Mais miolo
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