20 de maio de 2009

FORÇA SOLIDÁRIA


Caro leitor,
O endereço abaixo é da Força Solidária. Seríssimo grupo de apoio às vítimas dessas chuvas tão rigorosas.

Ajude.

http://www.fsolidaria.com.br/

19 de maio de 2009

DROGA DE AMOR

A norte-americana Victoria Thorp, de 19 anos, ama Aquilla Wilson, de 18 anos.
Wilson estava preso acusado de posse e venda de drogas.
Para ver o namorado, Victoria entrou por uma janela da cadeia.
Descobertos, Áquila fugiu através da janela, deixando a amada em seu lugar.
Victoria Thorp foi presa acusada de ajudar um prisioneiro a escapar e de entrar com contrabando na prisão.
Para desgosto dos outros presos, já que as mulheres de Gainsville, nos EEUU, dizem não confiar mais em detidos daquela cidade.

MUSEU DO PASSADO RECENTE


"Quem mostrou a bunda em Caras jamais vai mostrar a cara em Bundas"...

Escarafunchando meus alfarrábios, em época de reforma em casa, deparei com alguns saudosos números da revista Bundas. Surgiu em junho de 1999, como um novo veículo considerado alternativo, fundado por Ziraldo e alguns amigos que fundaram o famoso Pasquim. Em uma entrevista ao portal Educacional, (na quartinha) Ziraldo, na época do lançamento da revista, dizia que Bundas estava surgindo para dizer que o país precisa dar mais valor a cabeça do que às nádegas, daí o nome irônico.
O principal objetivo da revista era se opor à revista Caras, que, segundo Spacca, um de seus colaboradores, é uma mídia que só mostra o faz-de-conta dos famosos. A revista chegou a criar até o Castelo de Bundas, satirizando o castelo onde a revista Caras recebe famosos para temporadas. Era semanal, e a principal maneira de expor suas idéias era através do humor. Seus articulistas e colunistas, ou colaboradores, quase sempre eram os mesmos, destacando: Aldir Blanc, Jaguar, Fausto Wolff, Sérgio Augusto, Reynaldo Jardim, Antônio Prata, Emir Sader, Moacir Werneck de Castro, Nataniel Jebão e Ana Bruno. Entre os cartunistas, além de Ziraldo, havia Amorin, Zeca Marvado, Redi, Guidacci, Ricardo Leite, Mariana Massarani, Nani, Miguel Paiva, André Barroso, Aliedo, J. Bosco, Leonardo, Luís Pimentel e Jean. Os editoriais eram escritos por Luís Fernando Veríssimo e traziam assuntos ligados a escândalos e corrupção no Brasil.

Ziraldo: “Bundas foi o resultado da nossa indignação política e social. Somos contra tudo isso que está aí, comportamentalmente. A revista se propunha a falar para as pessoas mais inteligentes deste país, para formadores de opinião, para as pessoas que não querem comprar feito, mas querem criar, decidir, escolher, repensar, refletir...”
A revista, que teve seus dois primeiros números esgotados no mesmo dia, durou pouco mais de 70 edições e foi veiculada por cerca de um ano e meio, até que a Editora Pererê Ltda., que a publicava, se afundou em dívidas.
"Não tinha dinheiro para poder continuar a publicar...o nome (Bundas) não foi assimilado pelo mercado publicitário. Eu achava que o público assimilaria o nome Bundas em pouco tempo, (...) Bundas não foi assimilada, não conseguiu sobreviver. Em um ano e meio de Bundas eu não consegui nenhum anúncio pago. Nenhum!"
Por fim, Ziraldo cita que além dos anunciantes, o nome Bundas também não passou muita credibilidade: "Eu liguei para a agência Reuters para comprar uma foto e a moça perguntou "pra que revista é?". Eu falei "é pra Bundas". E ela me disse "não trabalhamos com publicações desse tipo".(na quartinha)

Brevemente falarei de novo sobre o assunto.

15 de maio de 2009

DESENHO DA SEXTA


Cena inédita nos quadrinhos. Os eternos guardiões da lei trocando super-sopapos. Só mesmo Frank Miller para imaginar tal heresia.

50 ANOS DE OUSADIA


Está acontecendo no Museu Guggenhein, como parte das comemorações de seus cinqüenta anos, uma mostra do trabalho de Frank Lloyd Wright, arquiteto que o projetou.

Inaugurado em 1959, o prédio, que tem seis andares em forma de espiral foi construído inicialmente para preservar o vasto acervo de seu dono, o empresário e colecionador Solomon R. Guggenheim. Primeira, talvez única, obra de Wright na cidade de Nova York, causa espanto e admiração (ou críticas) graças às suas formas pouco convencionais. Afinal, é difícil de se encontrar um museu onde circula-se em espiral, com um enorme pé-direito, tão diferente das salas de exposição tradicionais. Em alguns momentos a circulação e a exposição são prejudicadas pela forma tão marcante do edifício.

Precursor do movimento modernista nos esteites, Frank Lloyd, que morreu em 1958, projetou um prédio que já é uma obra de arte por si só. Tal qual o Oscar, aquele arquiteto carioca que colocou a arquitetura brasileira no mapa. Ainda bem que corajosos como eles existem.

120 ANOS DE PURO CHARME


Inaugurada para visitação pública em 15 de maio de 1889, a Torre Eiffel foi construída para a Exposição Mundial, em Paris, no ano do centenário da revolução francesa. Projeto vencedor de um concurso de design promovido pelo governo francês, foi inicialmente imaginada como uma estrutura temporária. Sobreviveu graças às insistências de seu projetista construtor Gustave Eiffel, que demonstrou sua necessidade para a expanção da comunicação sem fio na cidade luz.
Hoje, a torre recebe anualmente cerca de 7 milhões de pessoas, sendo considerado o monumento mais visitado do mundo.
Para quem espera uma coisa muito glamurosa, à primeira vista, a torre pode decepcionar um pouco, visto que sua base, sempre cheia de simpáticos ambulantes africanos, não tem a grandiosidade que se imagina, nem qualquer atrativo e a sua estrutura é simples demais. Eu acho mesmo que não é uma obra de arte do porte da basílica de Montmartre, Notre Dame, com seus vários demônios, ou mesmo do Arco do Truinfo. Não causa emoção pela beleza, mas causa uma enorme emoção pelo charme. É única.

14 de maio de 2009

CULINÁRIA HIP HOP


Na GNT, um programa para quem curte culinária sem maneirismos franceses. Como o próprio título diz: "Cozinhar é simples" . Receitas mostradas de uma forma muito legal. E Garvin é uma figura!!!
Está mais para happer do que para Renato Machado. Vale dar uma conferida. No mínimo é divertido, como cozinhar deve ser. (na quartinha) Na página da GNT toda a programação para maio.

RECEITA DA QUINTA


CAMARÃO NO FORNO

Ingredientes

500g de camarão fresco
bastante sal grosso

Preparo

Preencha o fundo de uma forma refratária média com uma camada fina de sal grosso. Sobre o sal coloque metade dos camarões, lado a lado. Cubra os camarões com outra camada de sal grosso, sobre esse sal outra fileira de camarões e novamente o sal grosso, até cobrir quase todos os camarões. Levar ao forno médio por aproximadamente 25 minutos, ou até os camarões ficarem rosados.
Ao tirar do forno bata o sal que estará todo endurecido. Eu faço uma rápida lavagem com água e limão. Pode consumir na hora, como também guardar em geladeira para servir geladinho. Com cerveja é uma maravilha!

HOJE É QUINTA-FEIRA


ORGASMO E REZA

O padre polonês Ksawery Knotz, aproveitando seu conhecimento adquirido em aconselhamento de casais, escreveu um guia prático e teológico com o intuito de melhorar a vida sexual dos casais casados: "Sexo como você não conhece - para casais casados que amam Deus" apelidado de Kama Sutra Católico, pretende alargar os horizontes do fiéis nesse sentido.
O religioso franciscano defende que o sexo no casamento deveria ser "apimentado, surpreendente e cheio de fantasia".
Alguns trechos do livro, aprovado pela Igreja católica da Polônia e que já vendeu cerca de cinco mil cópias:
"Cada ato - um tipo de carícia, uma posição sexual - com o objetivo de excitar é permitido e agrada a Deus. Durante a relação sexual, casais casados podem demonstrar o seu amor de todas as maneiras, (eles) podem fazer um no outro as carícias mais desejadas."
"Chamar o sexo de celebração do sacramento do casamento eleva sua dignidade de uma maneira excepcional. Uma declaração como esta choca pessoas que aprenderam a ver a sexualidade de uma maneira ruim. É difícil para eles entender que Deus também quer que eles tenham uma vida sexual feliz e, por isso, deu a eles este presente."
O padre, no entanto, condena práticas condenadas pela Igreja Católica tais como o uso de anticoncepcionais e preservativos.
Resta saber até que ponto vão as "aberturas" defendidas pelo clérigo. E põe aberturas nisso.