12 de abril de 2010

FUTEBOL INTELECTUAL

COMEÇOU A TEMPORADA DO CHORO


- O "professor" é uma caixinha de surpresa, a diretoria são onze contra onze, perdemos nosso futebol, mas não a guerra...

7 de abril de 2010

MARIO QUINTANA

UM POUCO DE GEOMETRIA

A curva é o caminho mais agradável entre dois pontos.

CROQUI


Quando estive no Rio, desenhei uns croquis influenciado pela paisagem da cidade maravilhosa. Do ponto de vista estético , é belo a incisão das casas da favela no morro.

1 de abril de 2010

XÔ, FULERAGE!!!!!


Aposto, negada, que se vocês se lembram dela, não sentem a menor saudade. Estou falando da famigerada inflação galopante do gunverno sarney. Só pra ter uma idéia, essa revista do Groo, que hoje estaria numa banca por uns sete reais, foi comprada bem 1988 por onze mil e trezentos cruzeiros. Para ver o preço é só clicar na revista.
Impressionante como tem coisa ruim que demora a acabar.

ANTENOR 3

Em 1988, participei da Oficina de Quadrinho e Cartum do Curso de Comunicação Social da UFC, ministrado pelo batalhador Jesuino. Aí, comecei a aprender a administrar melhor meu traço e minhas idéias a respeito do desenvolvimento do desenho de cartum e quadrinho. Nessa época fiz os primeiros desenhos do Antenor, que foram publicados na revista da oficina, a PIUM.
Vai aí, negada, a primeira aparição de nosso herói. Notem que o desenho era totalmente artesanal, na munheca, sem nada de computador, coisa quase impensável hoje.


30 de março de 2010

ISA FOI À PRAIA

"A praia estava lotada. Daí, resolvi ir pra casa de um amigo."

PRIMEIRA MISSA

A primeira Missa do Brasil na visão de Glauco e Laerte (Revista Geraldão n°3-outubro de 1987)

MAIS UMA ESTRELA SOLITÁRIA


6 de março de 2010

RESCADO DO CARNAVAL (AINDA!)


A dignatária Senhôra Guilhermina, moradora do Parc Vie de las Altures, na zona mais nobre da Aldeota, amiga íntima da esposa de ex- Deputado, Líder de Governo, esta semana não compareceu ao espaço gourmet, do citado condomínio, para o já tradicional encontro com suas mui honrosas convivas de moradia, onde saboreiam os melhores acepipes de Alencária com algumas garrafas de autêntico gim francês. Suas companheiras entre a zonzeira e o tombo, se perguntam qual o motivo de tão sentida ausência.
A verdade é que seu marido, Dom Airton o patriarca, sempre um vetusto senhor, de fleuma e ternos irretocáveis, desde que saiu de casa no sábado, dia treze e só retornou ao lar dia dezessete de fevereiro próximo passado, não deixa de exibir um largo sorriso nos lábios, comitivado por um brilho no olhar, não condizente com sua posição.
Segundo os mais íntimos o venerando abandona-se cantarolar: “Tomei um porre de felicidade...”
Isso para a desonra de sua estirpe, desacostumada a qualquer tipo de seribolo.

Que vergonha, Dom Airton