12 de maio de 2011

ADOBE MUSEUM OF DIGITAL MEDIA

Recebi via email.


Mensagem encaminhada De: Delberg Ponce de Leon

Adobe Museum

11/maio/2011
Por: Liliane Ferrari
Se existisse no mundo material, o edifício do The Adobe Museum of Digital Media (AMDM), ocuparia uma área de 57.680 m² e estaria aberto todos os dias da semana 24 horas. Mas como assim? Como um museu pode existir sem que seja materializado? E como poderia ficar aberto o tempo todo?
Esse museu é o resultado da arrojada ideia de se arquitetar algo e erguer um projeto numa plataforma virtual. Fruto da colaboração entre Piero Frescobaldi, co-fundador da unit9, empresa de produção digital do Reino Unido, Filippo Innocenti, fundador da empresa Spin+, associado do escritório da iraquiana Zaha Hadid, do professor de Tecnologia de Arquitetura na Universidade Politécnica de Milão, e a Goodby, Silverstein and Partners, agência de publicidade de São Francisco, encontraram na Adobe a patrocinadora ideal para encampar a obra.
O arquiteto responsável foi o italiano Filippo Innocenti que admite ter tido dificuldades em projetar um espaço não sujeito ao efeito de cargas como vento ou gravidade. "Havia poucos requisitos e o desenvolvimento da forma era realmente e totalmente livre." O edifício virtual é lindo de se ver, tem uma estrutura branca hiperfuturista, colunas como se fossem tentâculos robóticos que se erguem em direção ao céu e uma série de rampas e corredores super orgânicos.
Dentro dessa "fachada" abrigam-se pelo menos e simultaneamente em salas de 4 a 6 exposições. A ideia é exibir trabalhos de artes visuais, cinema, performance, design, arquitetura através da escolha de diversos curadores e personalidades para desenvolver os conteúdos e os programas bastante distintos além de disseminá-los.
Para conhecer basta um clique na quartinha a qualquer hora e em qualquer lugar.

11 de maio de 2011

POESIA EM PROSA

VINICIUS DE MORAES


Ponha-se num céu alto uma lua tranqüila. Pede ela um contrabaixo? Nunca! Um violoncelo? Talvez, mas só se por trás dele houvesse um Casals. Um bandolim? Nem por sombra! Um bandolim, com seus tremolos, lhe perturbaria o luminoso êxtase. E o que pede então (direis) uma lua tranquila num céu alto? E eu vos responderei: um violão. Pois dentre os instrumentos musicais criados pela mão do homem, só o violão -e capaz de ouvie e entender a Lua.


Para Viver um Grande Amor

Vinicius de Moraes

Companhia das Letras

MIOLO DE POTE INDICA

"Eu me senti um exilado dentro de meu próprio pais". Relato do estudante baiano Helder Santos Sousa que sofreu humilhações e agressões da Brigada Militar no RS. Lei na íntegra, na quartinha.

NO TOCA-FITAS DO MEU CARRO




CROSBY, STILLS & NASH

Um baita disco de Country-Rock, gravado em 1969, com David Crosby, Stephens Stills e Grahan Nash, antes da inclusão no grupo do estranhíssimo e maravilhoso Neil Young.

Todas as músicas são de autoria dos tres, em solo ou em dupla, o que reforça a qualidade do trabalho de cada um individualmente.

Eu ouço e reouço várias vezes:

SUITE: JUDY BLUE EYES, GUINEVERE, YOU DON'T HAVE TO CRY, WOODEN SHIPS.



ALMOFALA (1984_2011)







ARQUITETURA DA QUARTA

Detalhe da nave do Convento dos Capuchinhos, na Serra de Baturité.

26 de abril de 2011

PERSÉPOLIS




Leia o livro







Assista ao filme.



História autobiográfica de Marjane Satrapi relata sua trajetória sob o tacão das ditaduras. Políticas e religiosas.

PRA QUE TRABALHO?

Delberg Ponce de Leon
Via email

Ganhar a vida já não é suficiente, o trabalho tem que nos permitir vivê-la também.

A frase é daquele que é considerado o pai da administração moderna – Peter Drucker – e revela uma verdade preciosa para os dias de hoje.
Drucker acompanhou um período sem precedentes na Terra, no que diz respeito ao mundo dos negócios. Nascido em 1909, viveu até 2005, após uma vida de muitas conquistas e de farto material produzido na área corporativa. Sua citação sobre o papel do trabalho, da profissão, em nossa existência, precisa ser analisada em profundidade, pois traz consequências imediatas em todo viver, uma vez colocada em prática.
A profissão tem como função principal nos fazer peça útil na sociedade e, também, nos propiciar o ganha-pão. A reflexão de Drucker nos convida a pensar: De que adianta ganhar a vida, ter o meio de sustento, ter riqueza, se não consigo “usufruir” disso tudo para meu benefício? O trabalho tem que nos permitir viver a vida. Ele não pode nos escravizar numa teia de compromissos, responsabilidades, sem nos deixar sequer respirar o ar de uma bela manhã.
Se nos transformamos nos chamados workaholics, perdemos o foco verdadeiro da encarnação, trocando os meios pelos fins. Sim, a profissão, o trabalho, tudo isso são meios. Meio de subsistência; meio de crescimento intelectual, meio de ser útil. Quando percebermos que o mundo dos negócios, a vida profissional está nos deixando quase loucos, é tempo de parar tudo e repensar.
Temos, compromisso direto com a melhoria material do planeta, ao mesmo tempo que temos compromisso conosco de nos melhorarmos, de nos tornarmos pessoas de bem. Assim, não podemos deixar que essas atividades simplesmente nos absorvam todas as energias, a ponto de nos fazer chegar em casa, ao final de cada dia, sem vontade sequer de conversar, de brincar com um filho pequeno, de sorrir.
Temos que dar a cada coisa seu devido valor. E o mundo dos negócios não pode ser mais importante do que a família, do que a saúde de nosso corpo e de nosso Espírito. Se você percebe que a vida tem lhe carregado para esse caminho, pare, pense, reflita, reprograme tudo enquanto há tempo.* * *
Do Eclesiastes do Antigo Testamento Bíblico retiramos:
Melhor é um punhado com descanso, do que ambas as mãos cheias com trabalho e aflição de espírito. Pense nisso. Pense se realmente vale a pena tanta aflição, tanto desespero, tantas horas de tensão, apenas por questões puramente materiais. Não podemos deixar de trabalhar, é certo, mas quem sabe possamos deixar o trabalho mais leve, menos extenuante, menos neurótico, permitindo que vivamos a vida em abundância.
Pense nisso.
Abs, Delberg

25 de abril de 2011

VAI UM CAPUCCINO AÍ?

Ontem fui com minha mulher e meu filho a uma cafeteria ansioso para tomar um bom capuccino. Quando meu pedido chegou à mesa, aquela decepção. Capuccino feito com café solúvel!? Tem dó!Meu pai que tinha uma empresa de torrefação e moagem de café. Então, desde pequeno me acostumei aos detalhes dessa bebida maravilhosa. Me lembrei agora de um amigo que dizia que o violão é o instrumento mais fácil para se tocar errado. Pensa-se que é só arranhar um dedilhado que a música sai fluente. Engano!!! Assim é o café. Muita gente acha que um bom café se faz só misturando um tantinho de pó com um bocado de água quente, ou fervente. Ora, nunca ouvi falar que uma receita, de qualquer coisa, possa finalizar muito boa se os ingredientes não forem muito bons. Um bom café tem que ter um bom pó. De preferência tipo gourmet, com grãos arábica. A água, filtrada se não mineral. A cafeteira tipo italiana, onde a água esquenta, mas não ferve. Isso para se tomar um cafezinho básico, caseiro. Para se fazer um espresso que é a base do capuccino, são outros quinhentos merréis. Não é qualquer máquina que se propõe a fazê-lo que cumpre seu papel com maestria. Tem que ser profissional que dê uma pressão no café de 9-10 atmosferas ou bars. Além da qualidade do café expresso, o elemento mais importante para a preparação do cappuccino é a textura e temperatura do leite. Quando um barista vaporiza o leite para o cappuccino, cria uma "microespuma" ao introduzir pequenas bolhas de ar no leite, conferindo a ele uma textura aveludada, cremosa e brilhante, sem no entanto deixá-lo com bolhas na superfície (removidas após a vaporização, ao bater a leiteira em uma superfície sólida). (Wikipedia) Procurei na internet receitas para se fazer um capuccino e na grande maioria encontrei as receitas com café solúvel e bicabornato de sódio- passa!!!!! Um capuccino tradicional se faz com 1/3 de café espresso, 1/3 de leite e 1/3 de creme chantilli. No brasil ainda se coloca um pouquinho de canela e/ou chocolate. Eu prefiro a canela. Acho até que o capuccino, com café solúvel pode ser aceitável nas casas de quem gosta. Numa casa que se pretende profissional é imperdoável.

FOG CEARENSE




Imagens do mosteiro de Guaramiranga, neste feriadão de Semana Santa. A primeira foto batida na sexta-feira. A segunda no sábado. Ambas aproximadamente às 10:30h.