28 de maio de 2009

RECEITA DA QUINTA

Camarão com Gergelim e Queijo

ingredientes:
1/2 kg de camarão fresco miudinho aferventado com cebola, meio tomate e sal;
1 tomate fresco com a pele e as sementes;
2 colheres de sopa de cream cheese;
1/2 cebola;
1/2 limão;
2 colheres de sopa de gergelim;
sal e páprica doce a gosto, shoyo;

modo de fazer:
Descasque o camarão. Misture o suco de um limão, gergelim, temperos. Pique bem picadinhos a cebola e o tomate e refogue no shoyo. Acrescente o camarão e deixe cozinhar no fogo baixo. Acrescente o cream cheese e mexa com a colher de pau até dissolvê-lo completamente no molho. Monte os pratos com arroz e sirva com um bom vinho, pois camarão com queijo normalmente pede acompanhamento. De preferência sem hora para acabar.

HOJE É QUINTA-FEIRA


27 de maio de 2009

25 de maio de 2009

25 DE MAIO - DIA NACIONAL DA ADOÇÃO


Hoje quero falar de um tema importantíssimo. O CUIDADO COM A CRIANÇA. Derivada da palavra latina cogitato - pensado, pensativo, reflexão. Em nossa língua, atenção, desvelo, zelo. Acho que é disso que nossas crianças precisam. Zelo.
Para inicio de conversa, acho que ninguém deve adotar uma criança. Até porque adoção não é um ato de dever e nós, individualmente, não somos responsáveis pela desdita que ocorre com vários milhares de crianças deste pais. Somos responsáveis como sociedade. Como um corpo maior que congrega todos os corpos. Daí, a nossa responsabilidade na melhoria deste corpo. E essa melhoria cada um deve procurar conforme seu coração manda. Se seu coração não pede para você adotar, não adote. Agora...Se seu coração pedir, prepare-se para viver uma experiência a que nada é comparável.
A adoção no Brasil ainda é objeto de estigma. Menor que alguns anos atrás, mas, ainda assim estigma. Ainda apontamos o dedo e dizemos: " O filho do fulano é adotado, não é filho natural". Como se o amor por outro humano não fizesse parte da natureza humana. O ato de acolher como seu, de se permirtir ter todas as responsabilidades (que são grandes) e de ter todas as alegrias (que são maiores), que tal convivência permite, é próprio da nossa natureza. Foi próprio da nossa infância e da pré-adolescência "adotar" cães, gatos, passarinhos e por eles ter o maior desvelo. É próprio da natureza humana amar além daquilo que vem de dentro de nós. Pergunte a um pai ou a uma mãe que adotou, se o amor pelo filho "inatural" passa por momentos de arrependimento. Aposto que não!
Acontece que quando vamos ficando adultos, vamos nos desumanizando. Diminuem nossas possibilidades e sonhos. Nossa visão do mundo fica mais estreita. O trabalho, as responsabilidades, os impostos, nos sufocam de tal maneira que achamos que a vida é só isso.
Não se deixe iludir. A vida é muito maior do que isso.
Pense nisso quando vir pais e filhos "de coração".
Ainda dentro do cuidado com a criança, um tema atual seríssimo: DIGA NÃO À EROTIZAÇÃO INFANTIL. Com relação a esse tema eu passo para a quartinha.

25 DE MAIO - DIA DA MASSAGISTA

Relaxe...

25 DE MAIO - DIA DA COSTUREIRA

A homenagem de todos que fazem esse blog às diligentes mulheres e suas mãos maravilhosas, no quadro A Costureira de Diego Velásquez.

22 de maio de 2009

DESENHO DA SEXTA

O AMIGO DA ONÇAO desenho de hoje remete a um passado mais ou menos recente. Durante vários anos - de 1943 a 1962- foi personagem constante da revista O Cruzeiro (se não conhece, pergunte e seu pai).
Criado pelo pernambucano Péricles de Andrade Maranhão, nascido em 14 de agosto de 1924, que , não suportando a solidão, suicidou-se no dia 31 de dezembro de 1961, no Rio de Janeiro. Reza a lenda que o infeliz cartunista morreu asfixiado pelo gás do seu apartamento, depois de colocar um quadro de aviso: "Não acenda o fósforo".
Tristezas à parte, vai aí a anedota popular que ajudou a criar a expressão Amigo da Onça.
Dois caçadores conversam em seu acampamento:
— O que você faria se estivesse agora na selva e uma onça aparecesse na sua frente?
— Ora, dava um tiro nela.
— Mas se você não tivesse nenhuma arma de fogo?
— Bom, então eu matava ela com meu facão.
— E se você estivesse sem o facão?
— Apanhava um pedaço de pau.
— E se não tivesse nenhum pedaço de pau?
— Subiria na árvore mais próxima!
— E se não tivesse nenhuma árvore?
— Sairia correndo.
— E se você estivesse paralisado pelo medo?
Então, o outro, já irritado, retruca:
— Mas, afinal, você é meu amigo ou amigo da onça?

21 de maio de 2009

RECEITA DA QUINTA


CAIPIRINHA TRADICIONAL
Por ser adstringente, a caipirinha é ótimo acompanhamento de pratos pesados, como feijoada ou churrasco.

Ingredientes:50 ml de cachaça (1 dose)2 colheres (de bar) de açúcar1/2 limão taiti, de casca fina (ou limão galego)3 a 4 cubos de gelo

Modo de preparar:Sobre uma tábua, corte o limão em cubos regulares ou, se preferir, em fatias finas. Passe-o, já cortado, para um copo tipo oldfashioned, coloque o açúcar, esprema com o socador de frutas, acrescente o gelo e, em seguida, a cachaça. Mexa até sentir que os ingredientes estão completamente envolvidos.Se quiser a Caipirinha mais suave acrescente um pouco de água com gás.Sirva com o mexedor.

Fique de olho: alguns bebedores profissionais preferem a caipirinha batida na coqueteleira. (na quartinha)

HOJE É QUINTA-FEIRA


Dia 21 de maio é o Dia Nacional da Cachaça. O destilado brasileiro, que durante décadas foi relegado a uma posição de bebida menor, não merecedora de compartilhar as mesmas prateleiras dos importados uisque, vinho, vodka,etc,etc.

Hoje é uma bebida muito bem aceita por quem gosta e entende da filosofia de Baco. Existem cachaças que são verdadeiros licores. Minas Gerais, na minha opinião é o estado que tem maior produção dessas cachaças diferenciadas. Sempre que um amigo me presenteia que uma destas dádivas, faço questão de dividi-la com os meus pares, incluindo o presenteador. Também aqui, na Alencária, se fabrica destilados que são das mais finas iguarias. Na minha prateleira, sempre uma Ypioca 150, uma Rio, uma Colonial Tradição, uma Ypioca 160 (para ser degustada devagarinho, pois o malte lhe confere um sabor muito forte), e claro, uma garrafinha encontrada na serra.

CHUVA E NERUDA


Querida leitora e/ou querido leitor,
Hoje, observando pela janela a chuva que teima em cair no meu Ceará, pensei em ler alguma coisa para distrair o tempo. Saquei o livro Pelas Praias do Mundo, de Pablo Neruda. Coincidência, ou não, abri aleatoriamente na página 42, no escrito Solidão dos Povoados, onde encontrei grifado por este que vos escreve o seguinte trecho:
“Chove sobre o povoado, a água baila dos subúrbios de Colaico até a encosta dos outeiros; o temporal corre pelas telhas, entra pelas quintas, nos campos de jogo; ao lado do rio, entre moitas e pedras, o tempo ruim povoa os campos de aparições de tristeza.
Chuva, amiga dos sonhadores e dos desesperados, companheira dos inativos e sedentários, agita, esfarela tuas borboletas de vidro sobre os metais da terra, corre pelas antenas e as torres, estatele-te contra as casas e os telhados, desmantela o desejo de agir e ajuda a solidão diante ou atrás das janelas, a solidão que solicita tua presença”.